Novo cálculo de score do Serasa. Entenda como ficou

[caption id="attachment_111771" align="alignleft" width="696"](Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)[/caption]

A partir da nova forma de calcular o risco de crédito do Serasa, bons hábitos como pagador, ganham mais peso. 

Batizado de score 2.0, o novo cálculo traz como maior alteração, uma maior relevância para bons hábitos de pagamento, frente às dívidas de longo prazo que podem estar atreladas ao nome da pessoa. Desta forma, isto se torna vantajoso, à medida que ao manter suas contas em dia, melhor será seu score junto ao Serasa, o que por sua vez facilita na obtenção de melhores ofertas de crédito, com juros mais atrativos.

Ademais, outra alteração diz respeito às faixas de score, que nada mais é que a classificação do perfil da pessoa física. Agora, aqueles com pontuação acima de 701, serão considerados “muito bons” pagadores. Anteriormente para atingir essa classificação era necessário um score correspondente a 800.

Vale ressaltar, que o score permanece com uma pontuação que vai de zero a mil, ainda seguindo os moldes de análise de risco. Deste modo, aquele que alcança uma pontuação mais próxima de mil será considerado um “bom pagador”, ou seja, alguém capaz de honrar com suas dívidas, já aqueles cujo score é mais perto de zero, maior será o risco de crédito que ele apresentará.

Dito isso, confira com mais exatidão o que mudou a partir do score 2.0, bem como a classificação de risco, e o peso dos critérios de cálculo.

Classificação do score para pessoa física

Faixa de ScoreScore 1.0Score 2.0
Muito bom800-1000701-1000
Bom600-800501-700
Regular400-600301-500
Baixo0-4000-300

Relevância dos critérios de cálculo do Serasa

Critérios de cálculoScore 1.0Score 2.0
Dados positivos (cartão de crédito, consórcio, consignado, empréstimos e financiamentos) comportamentos de pagamento, tempo dos contratos e tipos de contratos26%72%
Informações de dívidas, histórico de regularização e em aberto57%19%
Consultas para novos contratos de serviço ou crédito17%19%

Conteúdo por Lucas Machado

Fonte: Rede Jornal Contábil.

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